Franco Molina
Gianfranco Nuti Molina · nasceu em 1970
Franco Molina se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Franco Molina declarou R$ 93,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 21,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Franco MolinaR$ 93,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Franco Molina declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 111 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Bastos (SP) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bastos (SP), 2012
Franco Molina: R$ 6,43 por voto (mediana da disputa, R$ 6,93). Quem venceu, Kleber Lopes Enfermeiro, gastou R$ 4,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,8; o mais barato, R$ 4,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Franco Molina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulinho PTR$ 6 mil · 85 votosR$ 70,8
- Zezinho PLR$ 9 mil · 332 votosR$ 27,1
- Marcio Da Farmacia PTR$ 2,1 mil · 80 votosR$ 25,9
- Buchinha PTR$ 3,6 mil · 316 votosR$ 11,5
- Zé Bolinha PDTR$ 4 mil · 379 votosR$ 10,5
- Michel Almeida PPR$ 6,1 mil · 582 votosR$ 10,4
- Ananias PDTR$ 2,7 mil · 391 votosR$ 6,93
- Yutaka PTBR$ 1,5 mil · 225 votosR$ 6,57
- Franco Molina DEMR$ 3,4 mil · 533 votosR$ 6,43
- Manoel Rosa MDBR$ 3,7 mil · 742 votosR$ 4,92
- Alecir PSDR$ 1,6 mil · 343 votosR$ 4,75
- Kleber Lopes Enfermeiro PSBR$ 5,4 mil · 1.173 votosR$ 4,61
Votos por real
- 2012, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 288 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.