Apuração
Vereador · 2004 · PP

Francisco Rech

nasceu em 1948

Francisco Rech se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,70← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2002), PP (2004).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMPP20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 56 anos, ensino médio, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    PP 11011· direita
    suplente2.263 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    DEM 25253· direita
    suplente7.187 votos; 200º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Francisco Rech teve 7.187 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 200º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 89 cidades. Caxias do Sul deu 81,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.

7.187 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.187 votos.
  1. Caxias do Sul (RS)5.844 votos81,3%
  2. Flores da Cunha (RS)206 votos2,9%
  3. Gramado (RS)192 votos2,7%
  4. Carlos Barbosa (RS)176 votos2,4%
  5. Jaquirana (RS)85 votos1,2%
  6. Outras 74 cidades250 votos3,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Francisco Rech declarou ao TSE R$ 131 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 103 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 27,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,7 mil.
  1. EmpresasR$ 17,9 mil64,7%
  2. Próprio bolsoR$ 9.77435,3%

Para onde foi

R$ 27,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,7 mil.
  1. Material impressoR$ 20,7 mil74,9%
  2. ServiçosR$ 3.77913,6%
  3. TransporteR$ 2.96510,7%
  4. EscritórioR$ 2090,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2004

Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Mauro Pereira, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 16,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 70 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.