Francisco da Colônia
Francisco Rodrigues de Oliveira · nasceu em 1961
Francisco da Colônia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG)PP 11222· direita· na urna, Francisco da Coloniaeleito74 votos
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Francisco da Colônia declarou R$ 306,5 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 203,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Francisco da ColôniaR$ 306,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Moradia em fase final de acabamentoR$ 243,7 milConstrução
- 25 Cabeças de gadoR$ 56,9 milRebanho e animais
- Subsidio mensalR$ 4.517Dinheiro em espécie
- Produção de leiteR$ 1.462Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Francisco da Colônia declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santo Antônio do Rio Abaixo (MG) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.29546,4%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Jorge Antonio De Sa PrefeitoR$ 1.00936,2%
- Próprio bolsoR$ 48617,4%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Eleicao 2016 Jorge Antonio De Sa PrefeitoR$ 71125,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 150,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio do Rio Abaixo (MG), 2016
Francisco Da Colônia: R$ 29,3 por voto (mediana da disputa, R$ 65,7). O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 29,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cabo Jackson PSBR$ 4,8 mil · 12 votosR$ 397
- Jurandir Do Bar PSDBR$ 3,5 mil · 29 votosR$ 121
- Rosa Do Deusdito PSDBR$ 4,9 mil · 56 votosR$ 87,5
- Eduardo Do Batalhão PLR$ 2,5 mil · 31 votosR$ 79,5
- Ernani PSDBR$ 4,7 mil · 65 votosR$ 72,7
- Juninho Torrão PSDBR$ 2,7 mil · 40 votosR$ 68,5
- Nilsinho Da Aparecida PLR$ 2,5 mil · 38 votosR$ 65,7
- Valnei Do Calu PSDBR$ 6,6 mil · 116 votosR$ 57,3
- Juninho Da Dione PSBR$ 3,6 mil · 77 votosR$ 46,7
- Vô - Ademir Do Engenho Velho PLR$ 1,9 mil · 53 votosR$ 36,7
- Paulinho Do Alcides PSBR$ 5 mil · 147 votosR$ 34,3
- Francisco Da Colônia PSBR$ 2,8 mil · 95 votosR$ 29,3
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.