Apuração
Deputado estadual · 2010 · PL

Francisco Correa

Francisco Pena Correa · nasceu em 1964

Francisco Correa disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Pará), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPL2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 46 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Pará
    PL 22000· direita
    suplente2.082 votos; 194º mais votado de 460 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Francisco Correa teve 2.082 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 194º lugar entre 460 candidatos.

Recebeu votos em 49 cidades. Igarapé-Miri deu 78,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,7%.

2.082 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.082 votos.
  1. Igarapé-Miri (PA)1.627 votos78,1%
  2. Belém (PA)153 votos7,3%
  3. Moju (PA)103 votos4,9%
  4. Abaetetuba (PA)44 votos2,1%
  5. Ananindeua (PA)22 votos1,1%
  6. Outras 34 cidades47 votos2,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Francisco Correa declarou R$ 197,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.

R$ 197,8 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2010.

  • Francisco CorreaR$ 197,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 108,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 197,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Francisco Correa declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Pará · PL · suplente

De onde veio

R$ 48,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 17,8 mil37%
  2. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 12,9 mil26,9%
  3. EmpresasTudo de F.P.Corrêa MeR$ 5.62011,7%
  4. PartidoR$ 7331,5%

Para onde foi

R$ 48,1 mil
O maior gasto foi com outros: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 1.1782,5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 4891%
  3. ServiçosR$ 4400,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2010

Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.