Apuração
Deputado federal · 2010 · PSB

Mario

Mario Francelino Vieira · nasceu em 1962

Mario se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006MDB2008MDB2010PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2002), MDB (2006–2008), PSB (2010).

Dep. federalDep. estadualVice-prefeitoPartidoPTMDBPSB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 48 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Mato Grosso
    PSB 4000· centro-esquerda
    suplente1.065 votos; 44º mais votado de 68 no estado
  2. 2008
    Vice-prefeito · Cotriguaçu (MT)
    MDB 12· centro· na urna, Mario da Fetagri
    Na chapa de Prange
    chapa não eleita3.001 votos da chapa, 42,2%
  3. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    MDB 15150· centro· na urna, Mario da Fetagri
    suplente2.527 votos; 73º mais votado de 171 no estado
  4. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso
    PT 1311· centro-esquerda· na urna, Francelino
    suplente6.253 votos; 25º mais votado de 63 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Mario teve 1.065 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 44º lugar entre 68 candidatos.

Recebeu votos em 60 cidades. Colniza deu 24,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.

1.065 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.065 votos.
  1. Colniza (MT)260 votos24,4%
  2. Juína (MT)243 votos22,8%
  3. Cotriguaçu (MT)119 votos11,2%
  4. Cuiabá (MT)86 votos8,1%
  5. Aripuanã (MT)79 votos7,4%
  6. Outras 45 cidades108 votos10,1%
As outras 2 eleições para deputado
2.527 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.527 votos.
  1. Cotriguaçu (MT)830 votos32,8%
  2. Juína (MT)415 votos16,4%
  3. Colniza (MT)354 votos14%
  4. Cuiabá (MT)271 votos10,7%
  5. Brasnorte (MT)91 votos3,6%
  6. Outras 79 cidades236 votos9,3%
6.253 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 6.253 votos.
  1. Juína (MT)852 votos13,6%
  2. Colniza (MT)436 votos7%
  3. Cuiabá (MT)415 votos6,6%
  4. Comodoro (MT)321 votos5,1%
  5. Cotriguaçu (MT)317 votos5,1%
  6. Outras 102 cidades1.976 votos31,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Mario declarou R$ 159,1 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2010, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 159,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 59.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 159,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Mario declarou ao TSE R$ 288 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 169 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Mato Grosso · PSB · suplente

De onde veio

R$ 168,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 168,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 144,2 mil85,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3910,2%

Para onde foi

R$ 168,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 168,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 67,2 mil39,8%
  2. InternetTudo de Dario Zozimo Rego Das Neves - MeR$ 24,4 mil14,5%
  3. Material impressoR$ 8.3074,9%
  4. EscritórioR$ 2< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2010

Mario: R$ 158 por voto (mediana da disputa, R$ 36,8). Quem venceu, Valtenir, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 297; o mais barato, R$ 2,71.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 6,3 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 585 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.