Wilson Kishi
Wilson Massahiro Kishi · nasceu em 1962
Wilson Kishi se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2002–2004), PDT (2006–2010), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado federal · Mato GrossoPDT 1233· centro-esquerdasuplente10.792 votos; 21º mais votado de 68 no estado
- 2008Vice-prefeito · Cáceres (MT)PDT 25· centro-esquerdaNa chapa de Tulio Fonteschapa não eleita20.821 votos da chapa, 48,0%
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPDT 12123· centro-esquerda· na urna, Kishisuplente8.751 votos; 45º mais votado de 171 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato GrossoPP 11456· direita· na urna, Kishisuplente9.392 votos; 47º mais votado de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Wilson Kishi teve 10.792 votos para deputado federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 21º lugar entre 68 candidatos.
Recebeu votos em 98 cidades. Cáceres deu 77,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Wilson Kishi declarou R$ 146,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 34,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Wilson KishiR$ 146,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Participacao societaria na empresa wilson massahiro kishi MER$ 43,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Automovel toyota/corola ano e modelo 2005PLACA KAA3353R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel situada na rua coronel jose dulceR$ 29,8 milCasa
- Um imovel situada no lote 21 Q18 vila progresso campo…R$ 12,9 milCasa
- Lote de terrenos localizados em caceres MT sendo lotes 11R$ 8.297Terreno
- Um imovel situada na rua seis de outubroR$ 6.464Casa
- Salao comercial situado em caceres MT na rua tiradentes…R$ 6.464Outros bens imóveis
- Um terreno localizado em campo grande-ms situado lote 02 q…R$ 2.155Terreno
- Titulo de socio iate clube caceres MTR$ 1.436Título de clube e assemelhado
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Wilson Kishi declarou ao TSE R$ 750 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 288 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cáceres (MT) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.65144,7%
- PartidoR$ 4.17528%
- Outros candidatosR$ 2.59417,4%
- Próprio bolsoR$ 1.4729,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.45850,4%
- PessoalR$ 2.33526,4%
- TransporteR$ 1.41116%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5666,4%
- InternetR$ 570,6%
- EscritórioR$ 160,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cáceres (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 66,6 por voto. Quem venceu, Marcos Ribeiro, gastou R$ 28,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 285; o mais barato, R$ 28,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Danielle Cristine MDBR$ 25 mil · 87 votosR$ 285
- Luiz Paraguai MDBR$ 22 mil · 85 votosR$ 255
- Renato Fidelis PVR$ 37 mil · 148 votosR$ 253
- Magaly Do Conselho CIDADANIAR$ 41 mil · 402 votosR$ 101
- Valter Zacarkim PTBR$ 24 mil · 262 votosR$ 93
- Enfermeira Jussara Evangelista CIDADANIAR$ 20 mil · 233 votosR$ 85,4
- Elias Pereira PTBR$ 24 mil · 364 votosR$ 66,6
- Isaias Bezerra CIDADANIAR$ 25 mil · 505 votosR$ 49,6
- Julio Parreira PSBR$ 24 mil · 491 votosR$ 49,4
- Luiz Landim PVR$ 31 mil · 726 votosR$ 43,2
- Professor Leandro Santos DEMR$ 19 mil · 653 votosR$ 29,6
- Marcos Ribeiro PSDBR$ 23 mil · 802 votosR$ 28,7
Votos por real
- 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 41 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 69 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.