Flávio Medina
Flávio Medina Neto · nasceu em 1963
Flávio Medina se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Flávio Medina declarou R$ 305,4 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 132,9 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Flávio MedinaR$ 305,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 Casa em construção lote terreno n. 21 quadra 411R$ 156 milCasa
- 01 Casa residencial situado na rua conquistaR$ 97,5 milCasa
- 01 Lote de terreno n. 12 quadra RF-36 situado na rua…R$ 13 milTerreno
- 01 Lote de terreno n. 9 quadra RF-36R$ 13 milTerreno
- 01 Lote de terreno n. 10 quadra RF-36 na rua albatrozR$ 13 milTerreno
- 01 Lote de terreno n. 11 quadra RF-36R$ 13 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Flávio Medina declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pará de Minas (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.91978,1%
- PessoasR$ 32413,2%
- Outros candidatosR$ 2148,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.06684,1%
- ServiçosR$ 35814,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 321,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Pará de Minas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,8 por voto. Quem venceu, Rodrigo Varela, gastou R$ 15,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 15,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renata Florentino PSCR$ 18 mil · 75 votosR$ 239
- Edilene Lopes PSBR$ 19 mil · 147 votosR$ 129
- Chico - Cavinho CIDADANIAR$ 17 mil · 192 votosR$ 90,3
- Ramon Casão MDBR$ 15 mil · 371 votosR$ 41,6
- Marcão MDBR$ 24 mil · 646 votosR$ 36,4
- Dr. Enio PSDBR$ 23 mil · 818 votosR$ 28,3
- Vai Vaca Do Jk MDBR$ 17 mil · 609 votosR$ 27,8
- Dilé Da Multi Som PSDBR$ 19 mil · 901 votosR$ 21
- Carlinhos Da Telefônica PSCR$ 14 mil · 746 votosR$ 18,2
- Marcílio MDBR$ 23 mil · 1.266 votosR$ 18,2
- Geovane Do Taco Do Carioca PSLR$ 16 mil · 1.012 votosR$ 15,3
- Rodrigo Varela PSDR$ 17 mil · 1.146 votosR$ 15,2
Votos por real
- 2016, vereador: 261 votos por R$ 1.000, 7,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 310 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 106 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.