Rodrigo Varela
Rodrigo Varela Franco · nasceu em 1969
Rodrigo Varela se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSD (2012–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, economista, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo Varela declarou R$ 420,6 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 415,5 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Rodrigo VarelaR$ 420,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Aquisição de casa no bairro São Cristovão na Rua Emerson…R$ 176,8 milCasa
- Lote de terreno numero 10R$ 131,9 milTerreno
- Veiculo Fiat MOBI Like ON Placa PYG-4111 Ano 2016/2016R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo Citroen GLX 14 Flex Placa PFM-2496R$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote de terreno numero 07R$ 25 milTerreno
- CEFR$ 4.930Conta corrente no país
- CEFR$ 1Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Varela declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pará de Minas (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 3.30259,3%
- Próprio bolsoR$ 2.26440,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.25099,4%
- EscritórioR$ 140,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Pará de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Niltinho Do São Cristóvão, gastou R$ 7,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 250; o mais barato, R$ 7,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luíza Pereira PSDR$ 11 mil · 46 votosR$ 250
- Nilza Do Bairro São Cristóvão PSDR$ 8,9 mil · 46 votosR$ 194
- Mari Lopes PSDR$ 12 mil · 67 votosR$ 172
- Márcio Do Bairro São Cristovão PSBR$ 11 mil · 192 votosR$ 57,4
- Jean Santos PSDBR$ 14 mil · 299 votosR$ 48,5
- Carlinhos Da Telefônica PODER$ 12 mil · 443 votosR$ 28,2
- Dr Enio PSDBR$ 14 mil · 606 votosR$ 22,6
- Leandro Alves PVR$ 9 mil · 715 votosR$ 12,6
- Rodrigo MDBR$ 11 mil · 1.006 votosR$ 11,4
- Marcílio MDBR$ 11 mil · 1.366 votosR$ 8,24
- Niltinho Do São Cristóvão MDBR$ 8,6 mil · 1.217 votosR$ 7,10
Votos por real
- 2020, vereador: 201 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 218 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.