Filo
Filogonio Santos de Alcantara · nasceu em 1925
Filo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santa Cruz Cabrália (BA)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 79 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Filo declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santa Cruz Cabrália (BA) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- OutrosTudo de Comite Financeiro UnicoR$ 31 mil95%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Cruz Cabrália (BA), 2004
Filo: R$ 14,2 por voto (mediana da disputa, R$ 28). Quem venceu, Bahiano, Jose Ubaldino, gastou R$ 28 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Filo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Artur AVANTER$ 19 mil · 173 votosR$ 111
- Jorge Do Cartório PTR$ 196 mil · 3.052 votosR$ 64,1
- Bahiano, Jose Ubaldino MOBILIZAR$ 106 mil · 3.783 votosR$ 28
- Filo DEMR$ 33 mil · 2.289 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2004, prefeito: 70 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.