Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Fiinho do Lucas

José Claudio Santos Oliveira · nasceu em 1980

Fiinho do Lucas disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Teofilândia (BA)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 28 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Teofilândia (BA)
    MDB 15111· centro
    suplente301 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Fiinho do Lucas declarou R$ 64,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 64,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 24.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.

  • Fiinho do LucasR$ 64,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 64,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Fiinho do Lucas declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Teofilândia (BA) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 12,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. EmpresasR$ 10,7 mil86,1%
  2. Outros candidatosR$ 1.0718,6%
  3. PartidoR$ 6695,4%

Para onde foi

R$ 12,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. TransporteR$ 9.89679,3%
  2. Material impressoR$ 1.39211,2%
  3. OutrosR$ 1.0718,6%
  4. EscritórioR$ 1201%

Quanto custou cada voto: vereador, Teofilândia (BA), 2008

Fiinho Do Lucas: R$ 41,5 por voto (mediana da disputa, R$ 53,8). Quem venceu, Roquinho, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 195; o mais barato, R$ 19,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fiinho Do Lucas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Hilda Do Mercadinho PDTR$ 16 mil · 81 votosR$ 195
  • Valério PLR$ 13 mil · 134 votosR$ 98,2
  • Deri De Erizinho MDBR$ 16 mil · 180 votosR$ 90,3
  • Joel De Zé De Totonho PPR$ 10 mil · 116 votosR$ 90,2
  • Nei De Adolfo MDBR$ 12 mil · 154 votosR$ 75,5
  • Quita Da Jurema PLR$ 8,8 mil · 140 votosR$ 62,5
  • Itamar Do Forum PSBR$ 11 mil · 199 votosR$ 53,8
  • Fiinho Do Lucas MDBR$ 12 mil · 301 votosR$ 41,5
  • Jojó Do Chorrochó PLR$ 13 mil · 476 votosR$ 26,6
  • Higo Do Sindicato MDBR$ 12 mil · 491 votosR$ 23,5
  • Reinaldo De Rumão PHSR$ 16 mil · 722 votosR$ 22,1
  • Roquinho PSBR$ 12 mil · 605 votosR$ 19,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.