Fiapo
Jose Sidnei de Godoi · nasceu em 1947
Fiapo se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 61 anos, até o fundamental, industrial. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Fiapo declarou R$ 702,3 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- FiapoR$ 702,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- SitioR$ 161,8 milBens rurais e animais
- 1/3 CasaR$ 161,8 milImóveis
- 50% CasaR$ 90,2 milImóveis
- AutomovelR$ 86,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- CasaR$ 80,9 milImóveis
- TerrenoR$ 67,4 milImóveis
- TerrenoR$ 53,9 milImóveis
- Industria artefatosR$ 8Outros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fiapo declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Pinhalzinho (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.95584,2%
- Outros candidatosR$ 36715,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.28555,4%
- TransporteR$ 66928,8%
- OutrosR$ 36715,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhalzinho (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 18,1 por voto. Quem venceu, Alemão Da Garagem, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedro Tiago DEMR$ 14 mil · 120 votosR$ 119
- Marcos Da Sucata PTBR$ 11 mil · 94 votosR$ 114
- João Luiz Sabugo DEMR$ 6,4 mil · 95 votosR$ 67,4
- Du Do Bar PVR$ 4,1 mil · 89 votosR$ 46,3
- Henrique Zé Magrela PSDBR$ 4,8 mil · 112 votosR$ 42,5
- Renata PVR$ 3,5 mil · 160 votosR$ 21,7
- Maria Eva Da Delegacia PSDBR$ 4 mil · 222 votosR$ 18,1
- Periquito PTBR$ 3,2 mil · 208 votosR$ 15,5
- Butica PTBR$ 4,2 mil · 273 votosR$ 15,3
- Cida Do Kilo E Meio CIDADANIAR$ 4,6 mil · 348 votosR$ 13,2
- Carlinhos Da Estrada Nova PTBR$ 3,3 mil · 295 votosR$ 11,2
- Alemão Da Garagem PVR$ 3,5 mil · 314 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.