Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PODE

Odir Ferronatto

Odir Miguel Ferronatto · nasceu em 1942

Odir Ferronatto se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PHS2016REDE2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PHS (2006), REDE (2016), PODE (2020).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPHSREDEPODE20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 78 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Caxias do Sul (RS)
    PODE 19· direita
    Na chapa de Toninho Feldmann
    chapa não eleita1.847 votos da chapa, 0,8%
  2. 2016
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    REDE 18120· centro· na urna, Ferronatto
    não eleito
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PHS 31007· centro-direita· na urna, Ferronatto
    não eleito1.891 votos; 305º mais votado de 486 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Odir Ferronatto teve 1.891 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 305º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 69 cidades. Caxias do Sul deu 68,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.

1.891 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.891 votos.
  1. Caxias do Sul (RS)1.287 votos68,1%
  2. Porto Alegre (RS)96 votos5,1%
  3. Quevedos (RS)70 votos3,7%
  4. São Sebastião do Caí (RS)65 votos3,4%
  5. Sapucaia do Sul (RS)46 votos2,4%
  6. Outras 54 cidades150 votos7,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Odir Ferronatto declarou R$ 976,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 621,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 976,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 679.596 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 976,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Apartamento em caxias do sulR$ 861,9 mil
    Apartamento
  2. Automovel sentra ano 2010R$ 50,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Saldo na conta caixa econômicaR$ 37,2 mil
    Conta corrente no país
  4. Aplicação CDB banrisulR$ 14,5 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Saldo em conta banrisulR$ 12,4 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Odir Ferronatto declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · REDE · não eleito

De onde veio

R$ 7.545
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.545.
  1. PessoasR$ 5.02066,5%
  2. Próprio bolsoR$ 1.29517,2%
  3. Outros candidatosR$ 1.23116,3%

Para onde foi

R$ 7.545
O maior gasto foi com material impresso: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.545.
  1. Material impressoR$ 6.41285%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 6488,6%
  3. ServiçosR$ 4866,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Denise Pessôa, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dr Aldemir Ancelmo MDBR$ 52 mil · 629 votosR$ 83,1
  • Valdecir Silva PSDR$ 46 mil · 782 votosR$ 58,3
  • Gustavo Toigo PDTR$ 81 mil · 1.790 votosR$ 45,4
  • Marléa PDTR$ 48 mil · 1.063 votosR$ 44,9
  • Guila Sebben PPR$ 69 mil · 1.677 votosR$ 41,1
  • Jaison Barbosa PDTR$ 48 mil · 1.687 votosR$ 28,6
  • Adriano Bressan MDBR$ 55 mil · 1.970 votosR$ 27,9
  • Chico Guerra REPUBLICANOSR$ 83 mil · 3.133 votosR$ 26,5
  • Henrique Silva PC do BR$ 45 mil · 1.794 votosR$ 25,3
  • Elói Frizzo PSBR$ 66 mil · 2.718 votosR$ 24,4
  • Adiló PTBR$ 101 mil · 5.481 votosR$ 18,4
  • Denise Pessôa PTR$ 53 mil · 3.312 votosR$ 16

Votos por real

  • 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 96 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.