Fernando Viliczinski
nasceu em 1980
Fernando Viliczinski se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, publicitário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando Viliczinski declarou R$ 406,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Fernando ViliczinskiR$ 406,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando Viliczinski declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Bento do Sul (SC) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.59163,6%
- TransporteR$ 3.70131%
- OutrosR$ 6485,4%
Quanto custou cada voto: vereador, São Bento do Sul (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,6 por voto. Quem venceu, Nivaldo Bogo Tio Niva, gastou R$ 26,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Cararo PSDR$ 12 mil · 58 votosR$ 215
- Marlene Weiss MDBR$ 27 mil · 135 votosR$ 199
- Juli Harms MDBR$ 25 mil · 278 votosR$ 89,1
- Maria Marli MDBR$ 13 mil · 164 votosR$ 79,1
- Alcionei Silva MDBR$ 36 mil · 494 votosR$ 71,9
- Rogerio Big Burguer PSDBR$ 19 mil · 424 votosR$ 46
- Fernando Mallon MDBR$ 38 mil · 1.171 votosR$ 32,6
- Ricardo Malinowsky MDBR$ 13 mil · 396 votosR$ 32,3
- Lurdinha MDBR$ 14 mil · 544 votosR$ 26,5
- Nivaldo Bogo Tio Niva MDBR$ 31 mil · 1.171 votosR$ 26,4
- Lirio Volpi MDBR$ 23 mil · 1.002 votosR$ 22,7
- Professora Bernadete Hermes PSDBR$ 13 mil · 598 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.