Apuração
Vereador · 2012 · PP

Fernando Olinda

Fernando Gomes de Olinda · nasceu em 1964

Fernando Olinda se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,69← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2008), PP (2012).

VereadorPartidoDEMPP200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11111· direita
    suplente212 votos
  2. 2008
    DEM 25604· direita
    suplente135 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Fernando Olinda declarou R$ 37,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 37,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 17.000 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2012.

  • Fernando OlindaR$ 37,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 24,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 85,3 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 37,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Fernando Olinda declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Serra Negra do Norte (RN) · PP · suplente

De onde veio

R$ 27,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 20,1 mil74,1%
  2. PessoasR$ 6.61524,4%
  3. Outros candidatosR$ 3251,2%
  4. PartidoR$ 710,3%

Para onde foi

R$ 27,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,1 mil.
  1. TransporteR$ 13,4 mil49,4%
  2. ServiçosR$ 6.94025,6%
  3. Material impressoR$ 6.20422,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 5422%

Quanto custou cada voto: vereador, Serra Negra do Norte (RN), 2012

Fernando Olinda: R$ 128 por voto (mediana da disputa, R$ 88,4). Quem venceu, Like, gastou R$ 58,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 682; o mais barato, R$ 58,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fernando Olinda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.