Apuração
Prefeito · 2004 · PP

Fernando Graça

Fernando Pereira Graça · nasceu em 1932

Fernando Graça se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo PP.

Dep. estadualPrefeitoPartidoPP20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 72 anos, até o fundamental, produtor agropecuario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Valença (RJ)
    PP 11· direita
    eleito20.145 votos, 46,6%
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PP 11141· direita
    suplente14.573 votos; 144º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Fernando Graça teve 14.573 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 144º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Valença deu 83,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

14.573 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 14.573 votos.
  1. Valença (RJ)12.186 votos83,6%
  2. Rio das Flores (RJ)902 votos6,2%
  3. Rio de Janeiro (RJ)410 votos2,8%
  4. Volta Redonda (RJ)318 votos2,2%
  5. Barra do Piraí (RJ)206 votos1,4%
  6. Outras 37 cidades167 votos1,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando Graça declarou ao TSE R$ 361 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 311 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Valença (RJ) · PP · eleito

De onde veio

R$ 311,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 21% identificado como fundo partidário; 17 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 311,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 184,1 mil59,2%
  2. Fundo partidárioTudo de Direção EstadualR$ 65,2 mil20,9%

Para onde foi

R$ 311,2 mil
O maior gasto foi com eventos: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 311,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 24,6 mil7,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Valença (RJ), 2004

Fernando Graça: R$ 15,4 por voto (mediana da disputa, R$ 15,3). O voto mais caro custou R$ 22,5; o mais barato, R$ 9,03.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 294 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.