Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Fernando Bardi

Fernando Manoel Bardi · nasceu em 1965

Fernando Bardi se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PDT2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT2006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PDT 12010· centro-esquerda
    suplente1.923 votos
  2. 2008
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PDT 12010· centro-esquerda
    eleito2.814 votos
  3. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PDT 12010· centro-esquerda
    suplente3.259 votos; 586º mais votado de 1.520 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Fernando Bardi teve 3.259 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 586º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. Jundiaí deu 82,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.

3.259 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.259 votos.
  1. Jundiaí (SP)2.679 votos82,2%
  2. São Paulo (SP)106 votos3,3%
  3. Várzea Paulista (SP)73 votos2,2%
  4. Campo Limpo Paulista (SP)59 votos1,8%
  5. Itupeva (SP)40 votos1,2%
  6. Outras 57 cidades121 votos3,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Fernando Bardi declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 701,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 546.354 na declaração)

Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Fernando BardiR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Apt mais duas vagasR$ 346,2 mil
    Apartamento
  2. Dinheiro em espécieR$ 306,8 mil
    Dinheiro em espécie
  3. CEFR$ 153,4 mil
    Caderneta de poupança
  4. Pick up actionR$ 131,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Prédio residencialR$ 105,2 mil
    Construção
  6. Sala comercialR$ 64,8 mil
    Sala ou conjunto
  7. CorsaR$ 24,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Ford pampaR$ 21,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Ford F75R$ 17,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Honda cota 546R$ 9.874
    Consórcio não contemplado
  11. Honda cota 778R$ 9.874
    Consórcio não contemplado
  12. Metade de um terreno lote 36R$ 6.048
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Fernando Bardi declarou ao TSE R$ 121 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 58 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Jundiaí (SP) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 58,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 58,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 35,8 mil61,3%
  2. PartidoR$ 11,7 mil20,1%
  3. EmpresasR$ 10,8 mil18,6%

Para onde foi

R$ 58,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 58,4 mil.
  1. Material impressoR$ 38,4 mil65,8%
  2. ServiçosR$ 6.49811,1%
  3. EscritórioR$ 6.44611%
  4. TransporteR$ 5.4159,3%
  5. OutrosR$ 9291,6%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 3900,7%
  7. EventosR$ 2690,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Jundiaí (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 41,6 por voto. Quem venceu, Gustavo Martinelli, gastou R$ 17,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 17,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 668 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.