Apuração
Deputado federal · 2018 · PP

Fernandinho Lopes

Fernando Rodrigues Lopes · nasceu em 1986

Fernandinho Lopes disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPP2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 32 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PP 1121· direita
    suplente2.685 votos; 179º mais votado de 404 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Fernandinho Lopes teve 2.685 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 179º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 227 cidades. Porto Alegre deu 21,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,6%.

2.685 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.685 votos.
  1. Porto Alegre (RS)569 votos21,2%
  2. Butiá (RS)540 votos20,1%
  3. Arroio dos Ratos (RS)110 votos4,1%
  4. Tapes (RS)98 votos3,6%
  5. Camaquã (RS)85 votos3,2%
  6. Outras 212 cidades871 votos32,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Fernandinho Lopes declarou R$ 274 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 274 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Fernandinho LopesR$ 274 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 274 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Fernandinho Lopes declarou ao TSE R$ 58 mil em receitas, em reais de hoje, 84% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PP · suplente

De onde veio

R$ 57,6 mil
84% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 57,6 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Progressistas - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 48,6 mil84,4%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite GovernadorR$ 7.54013,1%
  3. PessoasR$ 1.3572,4%
  4. Próprio bolsoR$ 720,1%

Para onde foi

R$ 337,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 337,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 7.3512,2%
  2. EscritórioR$ 4860,1%
  3. InternetR$ 4520,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 8 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.