Apuração
Governador · 2022 · PSDB

Eduardo Leite

Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite · nasceu em 1985

Eduardo Leite se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 4.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2010PSDB2012PSDB2018PSDB2022PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: governador, em 2018 e 2022.

Sempre pelo PSDB.

GovernadorDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2022, eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 37 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Governador · Rio Grande do Sul
    PSDB 45· centro-direita
    eleito1.702.815 votos, 26,8%; 2º turno, 57,1%
  2. 2018
    Governador · Rio Grande do Sul
    PSDB 45· direita
    eleito2.143.603 votos, 35,9%; 2º turno, 53,6%
  3. 2012
    Prefeito · Pelotas (RS)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito77.026 votos, 39,9%; 2º turno, 57,2%
  4. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSDB 45045· centro-direita
    suplente21.372 votos; 91º mais votado de 545 no estado
  5. 2008
    Vereador · Pelotas (RS)
    PSDB 45045· centro-direita
    eleito4.095 votos
  6. 2004
    Vereador · Pelotas (RS)
    PSDB 45045· centro-direita
    suplente2.937 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Eduardo Leite teve 21.372 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 91º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 154 cidades. Pelotas deu 86,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

21.372 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 21.372 votos.
  1. Pelotas (RS)18.526 votos86,7%
  2. Porto Alegre (RS)412 votos1,9%
  3. Capão do Leão (RS)348 votos1,6%
  4. São Lourenço do Sul (RS)234 votos1,1%
  5. Camaquã (RS)150 votos0,7%
  6. Outras 139 cidades806 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Eduardo Leite declarou R$ 338,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 310,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 338,9 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 281.375 na declaração)

Declarou 42% da mediana dos candidatos a governador no Rio Grande do Sul em 2022.

  • Eduardo LeiteR$ 338,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 802,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 338,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Valor pago até 4/8/22 em contrato de promessa de compra e…R$ 219,8 mil
    Outros bens e direitos
  2. CDBR$ 107,8 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. 10 quotas da Sociedade Agropecuária Santa Rita LTDAR$ 10,8 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Saldo conta XPR$ 465
    Outras aplicações
  5. BanrisulR$ 1
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Eduardo Leite declarou ao TSE R$ 30 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para governador: R$ 17,7 milhões, 81% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Governador · Rio Grande do Sul · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 17,7 mi
81% veio de fundos públicos; 248 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas248 pessoas, não nomeadasR$ 2,3 mi13%
  2. Fundo partidárioR$ 375,9 mil2,1%

Para onde foi

R$ 17,3 mi
O maior gasto foi com material impresso: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,3 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 8.437< 0,1%

Quanto custou cada voto: governador, Rio Grande do Sul, 2022

Eduardo Leite: R$ 10,2 por voto (mediana da disputa, R$ 9,62). O voto mais caro custou R$ 64; o mais barato, R$ 2,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, governador: 98 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2018, governador: 190 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 51 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.