Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Felipe Paixão

George Felipe Melo Pereira · nasceu em 1982

Felipe Paixão se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 30 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Pombal (PB)
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Pombal (PB)
    PSDB 45678· centro-direita
    eleito846 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Felipe Paixão declarou R$ 92 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 92 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 42.000 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.

  • Felipe PaixãoR$ 92 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 6.574
  • Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 92 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Felipe Paixão declarou ao TSE R$ 8,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pombal (PB) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 8.857
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.857.
  1. Próprio bolsoR$ 8.10791,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7508,5%

Para onde foi

R$ 8.857
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.857. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Helio Vinicius Formiga FariasR$ 4.01645,3%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 7508,5%
  3. EscritórioR$ 2092,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Pombal (PB), 2008

Felipe Paixão: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 7,37). Quem venceu, Paulo Tecidos, gastou R$ 4,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,5; o mais barato, R$ 4,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Felipe Paixão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 96 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.