Felipe Lucas
nasceu em 1944
Felipe Lucas se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 76 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Irati (PR)CIDADANIA 55· centro-direitaNa chapa de Emiliano Gomeschapa não eleita10.577 votos da chapa, 32,7%
- 2018Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23500· centrosuplente22.230 votos; 77º mais votado de 704 no estado
- 2014
- 2010Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23500· centrosuplente31.080 votos; 63º mais votado de 526 no estado
- 2006Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23500· centroeleito31.636 votos; 53º mais votado de 519 no estado
- 2002Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23111· centrosuplente22.275 votos; 69º mais votado de 434 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Felipe Lucas teve 22.230 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 77º lugar entre 704 candidatos.
Recebeu votos em 124 cidades. Irati deu 43,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Felipe Lucas declarou R$ 344,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 347,5 mil, já descontada a inflação.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial em irati/prR$ 120,3 milCasa
- Automovel nissan/kicksR$ 77,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel CITROEN/C3R$ 52,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Apartamento número 204 em curitibaR$ 44,9 milApartamento
- Banco do brasil S/A conta poupançaR$ 41,9 milCaderneta de poupança
- Banco itau S/AR$ 6.358Outras aplicações
- Itau unibanco S/A poupançaR$ 399Caderneta de poupança
- Itau unibanco S/A conta correnteR$ 14Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Felipe Lucas declarou ao TSE R$ 919 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 321 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Paraná · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 176,3 mil57,9%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Evandro Rogerio Roman Deputado FederalR$ 75,4 mil24,8%
- Fundo eleitoralTudo de Cidadania - Brasil - Br - NacionalR$ 30,2 mil9,9%
- Próprio bolsoR$ 22,6 mil7,4%
Para onde foi
- Pessoal78 pessoas, não nomeadasR$ 139,5 mil47,2%
- InternetR$ 9.8013,3%
- EscritórioR$ 2.3690,8%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2018
Mediana da disputa: R$ 25,7 por voto. Quem venceu, Professor Lemos, gastou R$ 8,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 479; o mais barato, R$ 8,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Eliana Fuzari PSDR$ 719 mil · 1.501 votosR$ 479
- Adriana Aguilera PPR$ 625 mil · 2.180 votosR$ 287
- Daniela Ziober PPR$ 637 mil · 6.965 votosR$ 91,4
- Paulo Deola PPR$ 1,5 milhão · 26.676 votosR$ 56,5
- Marcello Richa PSDBR$ 1,1 milhão · 20.021 votosR$ 53,5
- Gugu Bueno PLR$ 986 mil · 21.574 votosR$ 45,7
- Natan Sperafico PPR$ 1,3 milhão · 28.858 votosR$ 45,6
- Marcelo Adriano CIDADANIAR$ 651 mil · 14.797 votosR$ 44
- Luiz Fernando Guerra PSLR$ 1,4 milhão · 32.216 votosR$ 42,6
- Alisson Wandscheer DEMOCRATAR$ 1,1 milhão · 25.386 votosR$ 41,6
- Phelipe Mansur PSDBR$ 649 mil · 18.376 votosR$ 35,3
- Jonas Guimarães PSBR$ 1,3 milhão · 41.919 votosR$ 31,6
- Evandro Junior PSDBR$ 923 mil · 31.200 votosR$ 29,6
- Maria Victoria PPR$ 1,4 milhão · 50.414 votosR$ 27,2
- Tião Medeiros PTBR$ 1,4 milhão · 54.276 votosR$ 25,7
- Francisco Buhrer PSDR$ 956 mil · 38.873 votosR$ 24,6
- Cobra Reporter PSDR$ 1,1 milhão · 46.983 votosR$ 23,7
- Péricles De Holleben Mello PTR$ 642 mil · 27.397 votosR$ 23,4
- Mauro Moraes PSDR$ 833 mil · 39.576 votosR$ 21,1
- Plauto DEMR$ 751 mil · 36.332 votosR$ 20,7
- Arilson Maroldi Chiorato PTR$ 694 mil · 36.494 votosR$ 19
- Marcio Nunes PSDR$ 1,1 milhão · 59.192 votosR$ 18
- Marcel Micheletto PLR$ 764 mil · 43.177 votosR$ 17,7
- Cristina Silvestri CIDADANIAR$ 767 mil · 48.805 votosR$ 15,7
- Guto Silva PSDR$ 955 mil · 66.412 votosR$ 14,4
- Michele Caputo PSDBR$ 699 mil · 51.246 votosR$ 13,6
- Tiago Amaral PSBR$ 997 mil · 79.455 votosR$ 12,5
- Alexandre Curi PSBR$ 1,3 milhão · 147.565 votosR$ 8,84
- Professor Lemos PTR$ 708 mil · 84.892 votosR$ 8,34
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 75 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 97 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 276 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 124 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.