Fato
Elissandro Moacir Bonfanti · nasceu em 1979
Fato se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Fato declarou R$ 36 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 9.041 acima da inflação.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- FatoR$ 36 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fato declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Tiradentes do Sul (RS) · PT · eleito
De onde veio
Para onde foi
- OutrosTudo de Móveis E Esquadrias Krohn LtdaR$ 4338,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Tiradentes do Sul (RS), 2012
Fato: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 20,9). O voto mais caro custou R$ 680; o mais barato, R$ 13,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ari De Souza PTBR$ 5,4 mil · 8 votosR$ 680
- Marisa Neumann PTR$ 11 mil · 310 votosR$ 34,9
- Alceu Muller PTBR$ 5,2 mil · 174 votosR$ 29,9
- Leomar PDTR$ 6,3 mil · 247 votosR$ 25,4
- Pedrolo PTR$ 3,9 mil · 180 votosR$ 21,7
- Roque Luft PTBR$ 3,3 mil · 157 votosR$ 21,2
- Alceu Diel PSDBR$ 6,1 mil · 292 votosR$ 20,9
- Erno Ellwanger PSBR$ 3,6 mil · 212 votosR$ 17,2
- Artemio Gross PDTR$ 3,2 mil · 190 votosR$ 16,7
- Banana MDBR$ 5,4 mil · 345 votosR$ 15,7
- Fato PTR$ 5,1 mil · 339 votosR$ 15,1
- Leila Hermes PTR$ 3,6 mil · 269 votosR$ 13,3
Votos por real
- 2012, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.