Apuração
Vereador · 2012 · PP

Farinheiro

Antônio de Oliveira · nasceu em 1949

Farinheiro se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Confins (MG)
    PP 11222· direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Confins (MG)
    PP 11222· direita· na urna, Antonio Farinheiro
    suplente76 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Farinheiro declarou R$ 186,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 42 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 186,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 85.000 na declaração)

Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • FarinheiroR$ 186,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 186,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Farinheiro declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Confins (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 9.054
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.054.
  1. Próprio bolsoR$ 5.37059,3%
  2. PessoasR$ 2.59928,7%
  3. Outros candidatosR$ 1.07011,8%
  4. PartidoR$ 150,2%

Para onde foi

R$ 9.056
O maior gasto foi com transporte: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.056.
  1. TransporteR$ 5.77063,7%
  2. Material impressoR$ 2.85331,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4334,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Confins (MG), 2012

Farinheiro: R$ 124 por voto (mediana da disputa, R$ 93,3). Quem venceu, Cleisson Veloso, gastou R$ 39,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 566; o mais barato, R$ 39,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Farinheiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.