Fabricio
Fabricio Machado Vaz · nasceu em 1968
Fabricio disputou uma eleição, em 2004, para vereador (Araguapaz (GO)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 35 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Fabricio declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Araguapaz (GO) · PP · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,1 mil53,5%
- TransporteR$ 4.88725,8%
- ServiçosR$ 3.91020,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Araguapaz (GO), 2004
Fabricio: R$ 159 por voto (mediana da disputa, R$ 26,3). Quem venceu, Wilson Da Cadeira, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabricio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabricio PPR$ 19 mil · 119 votosR$ 159
- Deusinha PPR$ 7 mil · 129 votosR$ 54,3
- Squacio DEMR$ 3,3 mil · 124 votosR$ 26,3
- Eva Teodoro PSDBR$ 3,3 mil · 146 votosR$ 22,3
- Wilson Da Cadeira DEMR$ 3,3 mil · 196 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2004, vereador: 6,3 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.