Fábio Gonçalves
Fábio Gonçalves da Silva Santos · nasceu em 1986
Fábio Gonçalves se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2008), PODE (2012–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, superior incompleto, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Fábio Gonçalves declarou R$ 172,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 131,9 mil acima da inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Fábio GonçalvesR$ 172,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Fábio Gonçalves declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Palmeirópolis (TO) · PSD · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Psd - Diretorio Regional Do TocantinsR$ 5.30774,1%
- Próprio bolsoR$ 1.47520,6%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3785,3%
Para onde foi
- Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 4.95373%
- Material impressoTudo de Adesiva Tudo LtdaR$ 1.09016,1%
- TransporteTudo de Auto Posto Palmeiropolis LtdaR$ 3715,5%
- EscritórioR$ 2263,3%
- EventosR$ 1422,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmeirópolis (TO), 2020
Fábio Gonçalves: R$ 47,8 por voto (mediana da disputa, R$ 90,8). Quem venceu, Pablo Dorneles, gastou R$ 36,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 458; o mais barato, R$ 36,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fábio Gonçalves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gisele Do Dinon REPUBLICANOSR$ 16 mil · 34 votosR$ 458
- Alécio Filé Na Brasa PSDR$ 6,8 mil · 26 votosR$ 260
- Adenias Marques PSDR$ 7,2 mil · 34 votosR$ 211
- Jo Enfermeira DEMR$ 6,5 mil · 61 votosR$ 107
- Eliés Abreu PSDR$ 6,8 mil · 65 votosR$ 105
- Professora Hildene REPUBLICANOSR$ 16 mil · 165 votosR$ 94,6
- Léo Baia PSDR$ 6,7 mil · 74 votosR$ 90,8
- Reinaldo Portilho PSDR$ 8,2 mil · 127 votosR$ 64,2
- Marcelo Martins PSDR$ 6,8 mil · 113 votosR$ 60,2
- Toim PSDR$ 6,8 mil · 127 votosR$ 53,2
- Fábio Gonçalves PSDR$ 6,8 mil · 142 votosR$ 47,8
- Pablo Dorneles DEMR$ 7,9 mil · 217 votosR$ 36,6
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.