Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Fabio Farah

Fabio Bufoni Farah · nasceu em 1976

Fabio Farah se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 32 anos, superior completo, técnico em informática. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PSDB 45555· centro-direita
    suplente223 votos
  2. 2004
    PSDB 23· centro-direita
    Na chapa de Emilio Bizon
    chapa eleita4.846 votos da chapa, 100,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Fabio Farah declarou R$ 107,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 107,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Fabio FarahR$ 107,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 107,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Fabio Farah declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · São Sebastião da Grama (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 2.876
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.876.
  1. PessoasR$ 1.87465,2%
  2. Próprio bolsoR$ 53518,6%
  3. PartidoR$ 46616,2%

Para onde foi

R$ 2.876
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.876.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.44350,2%
  2. Material impressoR$ 66123%
  3. OutrosR$ 46616,2%
  4. EscritórioR$ 2147,5%
  5. PessoalR$ 883,1%

Quanto custou cada voto: vereador, São Sebastião da Grama (SP), 2008

Fabio Farah: R$ 12,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Fernando Da Ambulancia, gastou R$ 6,71 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,7; o mais barato, R$ 6,71.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabio Farah. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.