Fabinho
Fabio Jose Vieira · nasceu em 1954
Fabinho se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fabinho declarou R$ 617,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 230,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- FabinhoR$ 617,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- CasaR$ 487,4 milCasa
- Dinheiro em especieR$ 65 milDinheiro em espécie
- Consorcio de automoveisR$ 29,2 milConsórcio não contemplado
- CooperforteR$ 21,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Caderneta poupanca ouro BBR$ 8.793Caderneta de poupança
- Ourocap pm 48R$ 4.702Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Linha telefonicaR$ 650Ações
- Cotas boncorbrasR$ 49Título de clube e assemelhado
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabinho declarou ao TSE R$ 180 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 91 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Itanhomi (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 34,9 mil60,3%
- Próprio bolsoR$ 12,1 mil20,8%
- PartidoTudo de Partido Dos Trabalhadores- Diretorio MunicipalR$ 9.71516,8%
- Fundo partidárioR$ 1.2682,2%
Para onde foi
- Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 5.80510%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Mem Audio E Propaganda Ltda - MeR$ 5.78110%
- OutrosR$ 2490,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itanhomi (MG), 2016
Fabinho: R$ 45,5 por voto (mediana da disputa, R$ 56,9). Quem venceu, Jaeder, gastou R$ 56,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 45,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Wanderlei Trouxe A Sorte AGIRR$ 4,6 mil · 40 votosR$ 114
- Mundinho MDBR$ 197 mil · 3.208 votosR$ 61,4
- Jaeder PSDBR$ 200 mil · 3.511 votosR$ 56,9
- Fabinho PTR$ 58 mil · 1.273 votosR$ 45,5
Votos por real
- 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.