Fabinho
Fabio Mendes Gloria · nasceu em 1966
Fabinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, policial civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vereador · Cachoeiro de Itapemirim (ES)MDB 15200· centro-direitavotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2008
- 2006Deputado federal · Espírito SantoMDB 1555· centro· na urna, Fabinho Glóriasuplente9.398 votos; 35º mais votado de 83 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Fabinho teve 9.398 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 35º lugar entre 83 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Cachoeiro de Itapemirim deu 62,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fabinho declarou R$ 45,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 278,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- FabinhoR$ 45,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabinho declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cachoeiro de Itapemirim (ES) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.75662,3%
- PessoasR$ 3.48137,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.09855,2%
- TransporteR$ 2.48526,9%
- ServiçosR$ 1.41915,4%
- EscritórioR$ 2362,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES), 2008
Mediana da disputa: R$ 54,4 por voto. Quem venceu, Pr. Marcos Mansur, gastou R$ 27,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 27,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Simone Do Papel DEMR$ 214 mil · 1.296 votosR$ 165
- Alexandre Bastos - Bastos PSBR$ 175 mil · 1.644 votosR$ 107
- Amaral DEMR$ 198 mil · 2.249 votosR$ 87,8
- Marcos Coelho MOBILIZAR$ 264 mil · 3.073 votosR$ 85,8
- Luisinho Terere DEMR$ 204 mil · 2.852 votosR$ 71,7
- Arlete Brito PTR$ 77 mil · 1.396 votosR$ 55,1
- Professor David PDTR$ 138 mil · 2.531 votosR$ 54,4
- Glauber Coelho PLR$ 208 mil · 4.060 votosR$ 51,3
- Dr. Roberto Bastos MOBILIZAR$ 105 mil · 2.077 votosR$ 50,5
- Gildo Abreu PTR$ 51 mil · 1.169 votosR$ 43,5
- Fassarella DEMR$ 68 mil · 1.728 votosR$ 39,2
- Pr. Marcos Mansur PSDBR$ 80 mil · 2.897 votosR$ 27,4
Votos por real
- 2008, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 493 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.