Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PDT

Professor David Lóss

David Alberto Lóss · nasceu em 1945

Professor David Lóss se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT2008PDT2012PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 45· centro-esquerda
    Na chapa de Pr Marcos Mansur
    chapa não eleita8.136 votos da chapa, 8,1%
  2. 2012
    PDT 12900· centro-esquerda· na urna, Prof. David Lóss
    suplente
  3. 2008
    PDT 12900· centro-esquerda· na urna, Professor David
    eleito2.531 votos
  4. 2006
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PDT 12900· centro-esquerda· na urna, Professor David
    suplente4.464 votos; 101º mais votado de 354 no estado
  5. 2004
    PDT 13· centro-esquerda· na urna, Prof. David
    Na chapa de Casteglione
    chapa não eleita18.980 votos da chapa, 20,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Professor David Lóss teve 4.464 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 354 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Cachoeiro de Itapemirim deu 72,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,1%.

4.464 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.464 votos.
  1. Cachoeiro de Itapemirim (ES)3.243 votos72,6%
  2. Vitória (ES)207 votos4,6%
  3. Vila Velha (ES)89 votos2%
  4. Iconha (ES)75 votos1,7%
  5. Marataízes (ES)74 votos1,7%
  6. Outras 36 cidades265 votos5,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor David Lóss declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 4,4 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,6 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.579.574 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 2,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 43 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Apartamento em construção em cachoeiroR$ 533,8 mil
    Apartamento
  2. Terreno em marataízesR$ 406,2 mil
    Terreno
  3. Apartamento em cachoeroR$ 243,7 mil
    Apartamento
  4. Um galpão comercialR$ 227,5 mil
    Galpão
  5. Fração de terreno recebido em herançaR$ 162,5 mil
    Terreno
  6. Em espécioR$ 159,8 mil
    Dinheiro em espécie
  7. Apartamento em cachoeiro de itapemirimR$ 159,7 mil
    Apartamento
  8. Corola, 2010R$ 118,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Corola filderR$ 108,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Apartamento conj átila viváquaR$ 45,1 mil
    Apartamento
  11. Apartamento em vitóriaR$ 45,1 mil
    Apartamento
  12. Fração de terreno recebido em herançaR$ 40,6 mil
    Terreno
  13. Quota de um apartamento em cacjoeiroR$ 40,6 mil
    Apartamento
  14. Fração de terreno recebido em herançaR$ 33,8 mil
    Terreno
  15. Fração de terreno recebido em herançaR$ 33,8 mil
    Terreno
  16. Fração de terreno recebido em herançaR$ 33,8 mil
    Terreno
  17. Sala comercial em cachoeiroR$ 30,9 mil
    Sala ou conjunto
  18. SaldoR$ 29,4 mil
    Conta corrente no país
  19. Casa em marataízes herançaR$ 18,3 mil
    Casa
  20. SaldoR$ 14,5 mil
    Conta corrente no país
  21. Loja comercial recebida em herançaR$ 14,2 mil
    Loja
  22. Quotas da empresa ercisaR$ 9.139
    Quotas ou quinhões de capital
  23. SaldoR$ 9.030
    Conta corrente no país
  24. SaldoR$ 8.299
    Caderneta de poupança
  25. Icatu s aR$ 6.552
    Fundo de Investimento Imobiliário
  26. Quotas da empresa viação realR$ 5.532
    Quotas ou quinhões de capital
  27. OurocapR$ 4.900
    Fundo de Investimento Imobiliário
  28. Fração de terreno recebido em herançaR$ 4.426
    Terreno
  29. Fração de terreno recebido em herançaR$ 3.540
    Terreno
  30. 30 itens de terrenoR$ 3.118
    Imóveis
  31. Quota de loja comercial em cachoeiroR$ 2.538
    Loja
  32. Casa em marataízesR$ 2.437
    Casa
  33. Fração de terreno recebido em herançaR$ 2.255
    Terreno
  34. Sócio jaraguáR$ 1.803
    Título de clube e assemelhado
  35. Fração de terreno recebido em herançaR$ 1.015
    Terreno
  36. Fração de terreno recebido em herançaR$ 531
    Terreno
  37. Fração de terreno recebido em herançaR$ 177
    Terreno
  38. Ações terminal telefonicoR$ 148
    Ações
  39. Terminal telefonico comercialR$ 148
    Ações
  40. Ações terminal telefonicoR$ 148
    Ações
  41. Ações de terminal telefonicoR$ 148
    Ações
  42. 2 itens de quotas ou quinhões de capitalR$ 68
    Empresas e participações
  43. 1 item de título de clube e assemelhadoR$ 8
    Créditos e direitos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor David Lóss declarou ao TSE R$ 313 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 138 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Cachoeiro de Itapemirim (ES) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 125,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 125,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 123,3 mil98,2%
  2. Outros candidatosR$ 2.2531,8%

Para onde foi

R$ 125,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 125,5 mil.
  1. PessoalR$ 67 mil53,4%
  2. Material impressoR$ 34,1 mil27,2%
  3. TransporteR$ 21,7 mil17,3%
  4. ServiçosR$ 1.8541,5%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 6430,5%
  6. EscritórioR$ 1600,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES), 2012

Prof. David Lóss: R$ 152 por voto (mediana da disputa, R$ 87,9). Quem venceu, Julio Ferrari, gastou R$ 54,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 231; o mais barato, R$ 54,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. David Lóss. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 89 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.