Fabiano Saad
Fabiano Figueiredo Saad · nasceu em 1978
Fabiano Saad se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), MDB (2008), PSB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fabiano Saad declarou R$ 164,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 75,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Fabiano SaadR$ 164,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Conta poupança caixa economica federalR$ 67,9 milCaderneta de poupança
- Um veiculo volkswagem saveiro 2009/2010 placas ASF-5775R$ 37,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Hsbc bank brasil S/A. renda fixaR$ 32,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 50% Fraçao 1/13 de imovel condominio complexo turistico…R$ 14,6 milTítulo de clube e assemelhado
- Conta corrente caixa economica federalR$ 10,7 milConta corrente no país
- Hsbc bank brasil S/AR$ 1.028Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fabiano Saad declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jacarezinho (PR) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.27073,8%
- ServiçosR$ 1.58418,6%
- TransporteR$ 6487,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Jacarezinho (PR), 2016
Fabiano Saad: R$ 15,7 por voto (mediana da disputa, R$ 19). Quem venceu, Patricia Martoni, gastou R$ 8,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,5; o mais barato, R$ 8,83.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabiano Saad. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vicentinho PDTR$ 16 mil · 440 votosR$ 36,5
- Xico Serraia PSBR$ 13 mil · 429 votosR$ 29,5
- Valdir Da Cesta PSOLR$ 6,5 mil · 224 votosR$ 28,9
- Mauriceia PTR$ 5,7 mil · 231 votosR$ 24,7
- Maldonado PDTR$ 8,4 mil · 415 votosR$ 20,2
- Diogo PSBR$ 12 mil · 614 votosR$ 19,8
- Nilton Stein PTR$ 10 mil · 547 votosR$ 19
- Prof. Ronaldo Terra MDBR$ 7,9 mil · 430 votosR$ 18,3
- Val PDTR$ 12 mil · 756 votosR$ 16
- Fabiano Saad PSBR$ 8,5 mil · 542 votosR$ 15,7
- Fulvio Boberg MDBR$ 11 mil · 769 votosR$ 13,9
- Patricia Martoni PDTR$ 7,9 mil · 899 votosR$ 8,83
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.