Ezequiel
Ezequiel Tomé de Torres · nasceu em 1983
Ezequiel se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ezequiel declarou R$ 37,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 96,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- EzequielR$ 37,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ezequiel declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Platina (SP) · PSB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Outros candidatosR$ 50286,1%
- PessoasR$ 8113,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 34058,3%
- Material impressoR$ 24341,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Platina (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,2 por voto. Quem venceu, Betinho, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,4; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rogerio Bernini REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 58 votosR$ 49,4
- Carlinhos Da Padaria PSDR$ 2,6 mil · 54 votosR$ 47,5
- Adauto Machado Amigo Do Radio MDBR$ 1,8 mil · 54 votosR$ 33,6
- Joacir Carro PTBR$ 4,4 mil · 177 votosR$ 24,7
- Edmeia Segatelli PSBR$ 1,6 mil · 78 votosR$ 20,1
- Maria Eunice PTBR$ 1,9 mil · 99 votosR$ 19,3
- Clenil PLR$ 2,4 mil · 140 votosR$ 17,2
- Kadu PSBR$ 1,7 mil · 113 votosR$ 15
- Ozeias PLR$ 3,2 mil · 221 votosR$ 14,4
- Magno Pintinho PTBR$ 1,5 mil · 120 votosR$ 12,2
- Jarbas PSDBR$ 1,3 mil · 123 votosR$ 10,8
- Betinho PSDBR$ 1,1 mil · 111 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.