Apuração
Deputado estadual · 2006 · PSDB

Everaldo Barros

Jose Everaldo Lopes Barros · nasceu em 1949

Everaldo Barros se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004PSDB2006PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2002), PSDB (2004–2006).

Dep. estadualPrefeitoPartidoDEMPSDB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 56 anos, ensino médio, contador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Tocantins
    PSDB 45222· centro-direita
    suplente1.088 votos; 98º mais votado de 311 no estado
  2. 2004
    Prefeito · Araguanã (TO)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito761 votos, 28,5%
  3. 2002
    Deputado estadual · Tocantins
    DEM 25123· direita
    suplente6.532 votos; 29º mais votado de 264 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Everaldo Barros teve 1.088 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 98º lugar entre 311 candidatos.

Recebeu votos em 76 cidades. Palmas deu 32,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,6%.

1.088 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.088 votos.
  1. Palmas (TO)351 votos32,3%
  2. Araguaína (TO)185 votos17%
  3. Wanderlândia (TO)145 votos13,3%
  4. Xambioá (TO)114 votos10,5%
  5. Ananás (TO)20 votos1,8%
  6. Outras 61 cidades146 votos13,4%
As outras 1 eleições para deputado
6.532 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 6.532 votos.
  1. Aguiarnópolis (TO)930 votos14,2%
  2. Xambioá (TO)756 votos11,6%
  3. Araguanã (TO)739 votos11,3%
  4. Campos Lindos (TO)598 votos9,2%
  5. Piraquê (TO)543 votos8,3%
  6. Outras 71 cidades592 votos9,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Everaldo Barros declarou R$ 2,7 mi em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 2,7 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 897.000 na declaração)

Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2006.

  • Everaldo BarrosR$ 2,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 89,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. 01 Área de terra adquirida do instituto de terras do…R$ 894,7 mil
    Bens rurais e animais
  2. 01 Area de terraR$ 596,4 mil
    Bens rurais e animais
  3. 01 Area de terra denominado fazenda pinicada no municipio…R$ 596,4 mil
    Bens rurais e animais
  4. 01 Gleba de terra denominada fazenda água amarela com área…R$ 372,8 mil
    Bens rurais e animais
  5. 01 Imovel urbanoR$ 214,7 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Everaldo Barros declarou ao TSE R$ 326 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 150 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Tocantins · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 39,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Psdb-ToR$ 22,9 mil58%
  2. Outros candidatosTudo de Eduardo Gomes 4555-ToR$ 14,8 mil37,6%
  3. PessoasR$ 1.6314,1%
  4. Próprio bolsoR$ 890,2%

Para onde foi

R$ 39,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 2.5216,4%
  2. OutrosR$ 1.1512,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2006

Mediana da disputa: R$ 46,9 por voto. Quem venceu, Fábio Martins, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 21,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 5,1 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.