Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Evandro

Evandro Carlos Diehl · nasceu em 1973

Evandro se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoVereadorPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15· centro-direita
    eleito1.019 votos, 57,5%
  2. 2004
    MDB 15666· centro
    eleito93 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Evandro declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 685.780 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • EvandroR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um prédio residencial/comercialR$ 731,1 mil
    Prédio residencial
  2. Uma nissan frontier sva tk 4X2R$ 113,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Um terreno urbanoR$ 87,7 mil
    Terreno
  4. Um terreno urbanoR$ 81,2 mil
    Terreno
  5. Um terreno urbanoR$ 65 mil
    Terreno
  6. Dinheiro em espécieR$ 24,4 mil
    Dinheiro em espécie
  7. Quota capital no sicredi aliançaR$ 11 mil
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Evandro declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Nicolau Vergueiro (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 9.035
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.035.
  1. Próprio bolsoR$ 5.82964,5%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.20635,5%

Para onde foi

R$ 9.035
O maior gasto foi com transporte: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.035. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 2.23424,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nicolau Vergueiro (RS), 2016

Evandro: R$ 8,87 por voto (mediana da disputa, R$ 8,87).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 113 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.