Apuração
Vereador · 2012 · PT

Ernesto

Ernesto Biron Nassif · nasceu em 1949

Ernesto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Redentora (RS)
    PT 13456· centro-esquerda
    suplente128 votos
  2. 2008
    Vereador · Redentora (RS)
    PT 13111· centro-esquerda· na urna, Ernesto Biron Nassif
    suplente167 votos
  3. 2004
    Vereador · Redentora (RS)
    PT 13111· centro-esquerda
    eleito316 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ernesto declarou R$ 164,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 139 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 164,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 75.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • ErnestoR$ 164,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 164,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ernesto declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Redentora (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 6.178
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.178.
  1. PessoasR$ 3.46656,1%
  2. Próprio bolsoR$ 2.49540,4%
  3. PartidoR$ 2173,5%

Para onde foi

R$ 6.178
O maior gasto foi com transporte: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.178.
  1. TransporteR$ 5.36586,9%
  2. Material impressoR$ 5949,6%
  3. ServiçosR$ 2173,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Redentora (RS), 2012

Ernesto: R$ 48,3 por voto (mediana da disputa, R$ 40,9). Quem venceu, Pele, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ernesto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Milton/Miltinho MDBR$ 13 mil · 86 votosR$ 153
  • Dr. João PTBR$ 19 mil · 148 votosR$ 131
  • Nilo MDBR$ 9,6 mil · 138 votosR$ 69,9
  • Girassol MDBR$ 13 mil · 247 votosR$ 52,1
  • Ernesto PTR$ 6,2 mil · 128 votosR$ 48,3
  • Noide MDBR$ 13 mil · 281 votosR$ 45,8
  • Daí - Iodai PTR$ 6,5 mil · 160 votosR$ 40,9
  • Sergio PPR$ 10 mil · 255 votosR$ 40,4
  • Belô MDBR$ 11 mil · 287 votosR$ 38,1
  • Paulo Catinga MDBR$ 16 mil · 598 votosR$ 26
  • Nico MDBR$ 9,1 mil · 414 votosR$ 21,9
  • Pele MDBR$ 8,1 mil · 420 votosR$ 19,2

Votos por real

  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 157 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.