Piqui
Erivaldo Mendanha da Silva · nasceu em 1982
Piqui se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSL (2012–2014), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · GoiásPSL 17123· direita· na urna, Erivaldo Piquisuplente3.490 votos; 170º mais votado de 717 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Piqui teve 3.490 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 170º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 64 cidades. Niquelândia deu 84,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Piqui declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 36,7 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- PiquiR$ 146,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Piqui declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 28 mil, 3,1% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Niquelândia (GO) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 24,3 mil88,3%
- Próprio bolsoR$ 1.7166,2%
- Fundo partidárioR$ 8613,1%
- Outros candidatosR$ 6512,4%
Para onde foi
- Pessoal15 pessoas, não nomeadasR$ 14,5 mil52,8%
- ServiçosR$ 2851%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2751%
- EscritórioR$ 910,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Niquelândia (GO), 2016
Piqui: R$ 91,5 por voto (mediana da disputa, R$ 60,7). Quem venceu, Saullo Adorno, gastou R$ 33 por voto. O voto mais caro custou R$ 636; o mais barato, R$ 33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Piqui. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Francisca De Sousa PHSR$ 26 mil · 41 votosR$ 636
- Juvenal Marques PSDR$ 25 mil · 158 votosR$ 155
- Carlos Da Ambulância PSCR$ 30 mil · 196 votosR$ 153
- Professor Vivaldo Do Muquem PSDR$ 26 mil · 261 votosR$ 101
- Piqui PSDR$ 28 mil · 301 votosR$ 91,5
- Jesus Ferreira Franca REPUBLICANOSR$ 39 mil · 631 votosR$ 62,1
- Dr. Jonas PC do BR$ 29 mil · 477 votosR$ 60,7
- Agnaldo Da Van PPR$ 27 mil · 450 votosR$ 59,3
- Professora Edna Cardoso PC do BR$ 24 mil · 410 votosR$ 57,4
- Leo Ferreira PSBR$ 24 mil · 483 votosR$ 48,7
- Iris Rincon PDTR$ 25 mil · 550 votosR$ 46,1
- Saullo Adorno PTBR$ 35 mil · 1.060 votosR$ 33
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 197 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.