Erival Capistrano
Erival Capistrano de Oliveira · nasceu em 1956
Erival Capistrano se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, superior completo, tabelião. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPDT 12222· centro-esquerdasuplente4.860 votos; 57º mais votado de 171 no estado
- 2004Vice-prefeito · Diamantino (MT)PDT 15· centro-esquerda· na urna, ErivalNa chapa de Levi Pedrinichapa não eleita2.713 votos da chapa, 26,8%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Erival Capistrano teve 4.860 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 171 candidatos.
Recebeu votos em 86 cidades. Diamantino deu 64,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Erival Capistrano declarou R$ 565,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 66,9 mil acima da inflação.
Declarou 66% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2008.
- Erival CapistranoR$ 565,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 857,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 920,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 1 Apto - bairro jardim guanabara - cuiaba MTR$ 226,4 milImóveis
- Saldo em conta correnteR$ 148,2 milDinheiro e aplicações
- 1 Veiculo MMC/L200R$ 82,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- 1 Veiculo golR$ 53,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- Saldo em conta popança em nome do dependenteR$ 25,4 milDinheiro e aplicações
- Area rural 20R$ 12 milBens rurais e animais
- Area rural 18R$ 10,8 milBens rurais e animais
- Area rural 15HAR$ 5.662Bens rurais e animais
- Saldo em cardeneta popançaR$ 372Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Erival Capistrano declarou ao TSE R$ 76 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 71 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Diamantino (MT) · PDT · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Diamantino (MT), 2008
Erival Capistrano: R$ 1,11 por voto (mediana da disputa, R$ 17). O voto mais caro custou R$ 49,5; o mais barato, R$ 1,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Amarildo Constard PODER$ 45 mil · 917 votosR$ 49,5
- Valdinei Teodoro PSDBR$ 43 mil · 1.061 votosR$ 40,3
- Lincoln CIDADANIAR$ 75 mil · 4.413 votosR$ 17
- Erival Capistrano PDTR$ 5,4 mil · 4.831 votosR$ 1,11
Votos por real
- 2008, prefeito: 902 votos por R$ 1.000, 22 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 69 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.