Apuração
Vereadora · 2016 · PP

Erica

Erica Morgana da Silva Eduardo · nasceu em 1984

Erica se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,68← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.

Passou por 2 partidos: DEM (2008), PP (2016).

VereadoraPartidoDEMPP20082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Mari (PB)
    PP 11222· direita
    eleita446 votos
  2. 2008
    Vereadora · Mari (PB)
    DEM 25555· direita· na urna, Nêga Erica
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Erica declarou R$ 9.748 em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 9.748
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 6.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.

  • EricaR$ 9.748
  • Mediana dos candidatosR$ 8.123
  • Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 9.748. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Erica declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereadora · Mari (PB) · PP · eleita

De onde veio

R$ 5.926
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.926.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 5.03685%
  2. Próprio bolsoR$ 89115%

Para onde foi

R$ 5.923
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.923. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 2.85048,1%
  2. Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 64810,9%
  3. Material impressoR$ 62510,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4868,2%
  5. EscritórioR$ 190,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Mari (PB), 2016

Erica: R$ 13,3 por voto (mediana da disputa, R$ 13,7). Quem venceu, José Martins, gastou R$ 6,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 30; o mais barato, R$ 6,34.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Erica. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 75 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.