Apuração
Prefeito · 2004 · PV

Engenheiro Fábio

Fábio José de Oliveira · nasceu em 1946

Engenheiro Fábio disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Porecatu (PR)), pelo PV: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPV2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 58 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Porecatu (PR)
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito129 votos, 1,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Engenheiro Fábio declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Porecatu (PR) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 32,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,5 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 18,1 mil55,8%
  2. Próprio bolsoR$ 14,4 mil44,2%

Para onde foi

R$ 22,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Lis Auto PostoR$ 1.7828,1%
  2. EscritórioR$ 7103,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Porecatu (PR), 2004

Engenheiro Fábio: R$ 171 por voto (mediana da disputa, R$ 52,9). O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 43,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. contorno claro: Engenheiro Fábio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 5,8 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.