Emil
Emil de Castro · nasceu em 1941
Emil disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Mangaratiba (RJ)), pelo PDT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 63 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Emil declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Mangaratiba (RJ) · PDT · não eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Triarq Construções LtdaR$ 26 mil96,7%
- PessoasR$ 8763,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 14,3 mil53,1%
- Material impressoR$ 12,6 mil46,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Mangaratiba (RJ), 2004
Emil: R$ 55,9 por voto (mediana da disputa, R$ 27,6). Quem venceu, Aarão, gastou R$ 27,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,9; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Emil. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Emil PDTR$ 27 mil · 481 votosR$ 55,9
- José Luiz Do Posto MDBR$ 117 mil · 2.502 votosR$ 46,8
- Aarão PSCR$ 325 mil · 11.785 votosR$ 27,6
- Dr. Niltinho PPR$ 145 mil · 8.121 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.