Elita
Maria Elita Tavares de Alencar Santos · nasceu em 1950
Elita disputou uma eleição, em 2004, para prefeita (Redenção do Gurguéia (PI)), pelo PSDB: não eleita.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2004, não eleita.
Declarou ao TSE em 2004: 53 anos, superior incompleto, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Elita declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeita · Redenção do Gurguéia (PI) · PSDB · não eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 19,9 mil52,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 18,3 mil47,8%
Para onde foi
- EscritórioTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 22,1 mil57,9%
- Material impressoTudo de Grafisete Gráfica E Editora Rêgo LtdaR$ 2.4446,4%
- TransporteR$ 5601,5%
Quanto custou cada voto: prefeita, Redenção do Gurguéia (PI), 2004
Elita: R$ 36,1 por voto (mediana da disputa, R$ 36,1). Quem venceu, Moaci, gastou R$ 62,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,3; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeita: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.