Elisangela Bueno
Elisangela Fonseca Bueno · nasceu em 1974
Elisangela Bueno se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020.
Passou por 2 partidos: PP (2004), PSDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereadora · Damolândia (GO)PSDB 45321· centro-direita· na urna, Elisângela do Pitacisuplente140 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Elisangela Bueno declarou R$ 634,2 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 620,9 mil acima da inflação.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Elisangela BuenoR$ 634,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa localizada em damolândia- GOR$ 244,2 milCasa
- Lote localizado em trindade-goR$ 215,5 milTerreno
- Lote localizado em inhumas-goR$ 172,4 milTerreno
- Dinheiro em espécieR$ 2.155Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Elisangela Bueno declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Damolândia (GO) · PSDB · eleita
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.22857,8%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Rogerio Labanca Neto PrefeitoR$ 1.62542,2%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.41572,9%
- TransporteTudo de Posto Dos Carreiros EireliR$ 42521,9%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 1025,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Damolândia (GO), 2020
Elisangela Bueno: R$ 15,3 por voto (mediana da disputa, R$ 23,2). Quem venceu, Aleandro Angú, gastou R$ 9,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 9,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elisangela Bueno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cíntia Borges PPR$ 1,8 mil · 9 votosR$ 200
- Edanilton Genro Do Artino PPR$ 1,8 mil · 20 votosR$ 88,5
- Geraldo Gê PSDBR$ 1,8 mil · 64 votosR$ 28,7
- Joao Emanuel PPR$ 1,9 mil · 68 votosR$ 27,5
- Leonardo Loures PPR$ 2 mil · 73 votosR$ 27,1
- Ted MDBR$ 2,5 mil · 106 votosR$ 23,2
- Gleiton Maia PSDBR$ 2,6 mil · 111 votosR$ 23,2
- Professor Adriano MDBR$ 3,8 mil · 166 votosR$ 22,9
- Lazaro Damaso MDBR$ 2,4 mil · 113 votosR$ 21,3
- Elisangela Bueno PSDBR$ 1,9 mil · 127 votosR$ 15,3
- Cassio Wander PSDBR$ 2,2 mil · 214 votosR$ 10,2
- Aleandro Angú PSDBR$ 1,9 mil · 207 votosR$ 9,23
Votos por real
- 2020, vereadora: 65 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 48 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.