Elinaldo Colaço
Elinaldo Colaço Araújo · nasceu em 1975
Elinaldo Colaço se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PSB (2008), PSD (2012), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Elinaldo Colaço declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 176 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.
Declarou 176 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Elinaldo ColaçoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imóvel na rau mundico moraisR$ 718,2 milPrédio comercial
- Imóvel na rua bacuriR$ 215,5 milOutros bens imóveis
- Imóvel no povoado laranjeiraR$ 100,6 milOutros bens imóveis rural
- 30 Cabeças de gadoR$ 100,6 milRebanho e animais
- Terreno no povoado laranjeiraR$ 50,3 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Elinaldo Colaço declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 67 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Matões (MA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.95362,7%
- TransporteR$ 71823%
- Rádio, TV e vídeoR$ 42513,6%
- RepassesR$ 180,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Matões (MA), 2020
Elinaldo Colaço: R$ 5,64 por voto (mediana da disputa, R$ 7,45). Quem venceu, Gilberto Do Vicentin, gastou R$ 4,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,5; o mais barato, R$ 4,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elinaldo Colaço. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dayany Coutinho CIDADANIAR$ 13 mil · 622 votosR$ 21,5
- Professor Tote CIDADANIAR$ 11 mil · 593 votosR$ 18
- Christiane Pinheiro PPR$ 7,5 mil · 461 votosR$ 16,2
- Cier Parrate CIDADANIAR$ 4,9 mil · 561 votosR$ 8,70
- Jacqueline Pindoba DEMR$ 5,7 mil · 690 votosR$ 8,20
- João Antonio Fazenda Paraiso DEMR$ 4,1 mil · 540 votosR$ 7,52
- Naldo Filó PPR$ 3,3 mil · 438 votosR$ 7,45
- Aurelio Da Mata PPR$ 4,2 mil · 588 votosR$ 7,15
- Ribinha CIDADANIAR$ 3,5 mil · 506 votosR$ 6,99
- Professor Clemilton Loureiro CIDADANIAR$ 4,4 mil · 745 votosR$ 5,89
- Elinaldo Colaço CIDADANIAR$ 3,1 mil · 552 votosR$ 5,64
- Gilberto Do Vicentin DEMR$ 3,2 mil · 703 votosR$ 4,53
Votos por real
- 2020, vereador: 178 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 69 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.