Elias Camargo
nasceu em 1960
Elias Camargo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: MDB (2012), AGIR (2016), DEM (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, amarela em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Elias Camargo declarou R$ 210,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 57,1 mil acima da inflação.
Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2024.
- Elias CamargoR$ 210,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 88,4 milCasa
- 22 Cabeças de gadoR$ 55,2 milRebanho e animais
- Carro fiat uno mille fireR$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro VW/GOL1.6 powerR$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda cg 125 titanR$ 8.838Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda cg 125R$ 5.523Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 2.762Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Elias Camargo declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Santa Fé de Goiás (GO) · UNIÃO · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.52660,6%
- Próprio bolsoR$ 2.29739,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.08953%
- ServiçosR$ 2.73447%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Fé de Goiás (GO), 2024
Elias Camargo: R$ 45,5 por voto (mediana da disputa, R$ 43,1). Quem venceu, Dequinha, gastou R$ 25 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elias Camargo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Do Pluky MDBR$ 6,6 mil · 37 votosR$ 178
- Pauliana UNIÃOR$ 23 mil · 328 votosR$ 70
- Murilo Buqueirão MDBR$ 7,6 mil · 128 votosR$ 59,1
- Dicão MDBR$ 5,8 mil · 100 votosR$ 58,2
- Elias Camargo UNIÃOR$ 5,8 mil · 128 votosR$ 45,5
- Welvis Transportes MDBR$ 5,3 mil · 123 votosR$ 43,3
- Benunes UNIÃOR$ 6,6 mil · 153 votosR$ 43,1
- Tirulipa UNIÃOR$ 5,8 mil · 137 votosR$ 42,5
- Marcia Caetano UNIÃOR$ 6,6 mil · 193 votosR$ 34,2
- Gléssia D Alcantara MDBR$ 7,2 mil · 222 votosR$ 32,4
- Pedro Da Van UNIÃOR$ 6,9 mil · 271 votosR$ 25,6
- Dequinha UNIÃOR$ 6,6 mil · 264 votosR$ 25
Votos por real
- 2024, vereador: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.