Ronaldo Magalhães
Ronaldo Lage Magalhaes · nasceu em 1951
Ronaldo Magalhães se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2006), PV (2010), PTB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Prefeito · Itabira (MG)PTB 14· centro-direita· na urna, Ronaldo Magalhaesnão eleito13.513 votos, 19,8%
- 2010
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPSDB 45670· centro-direita· na urna, Ronaldo Magalhaessuplente48.720 votos; 58º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ronaldo Magalhães teve 48.720 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 247 cidades. Itabira deu 70,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ronaldo Magalhães declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 403,6 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Ronaldo MagalhãesR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Saldo em espécieR$ 502,8 milDinheiro em espécie
- Apartamento N. 701R$ 347,6 milApartamento
- Loja n. 07, Edificio Gran Ville, Rua João Camilo de…R$ 286,5 milLoja
- Veiculo Ford Focus 5 door Hacth FAB/MOD 2014/2015R$ 106,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo Fox Connect Ano 2019/2020R$ 75,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do BrasilR$ 28,8 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Magalhães declarou ao TSE R$ 4,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,7 milhão.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Itabira (MG) · PTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 92 mil10,6%
- Próprio bolsoR$ 70,8 mil8,1%
Para onde foi
- EscritórioR$ 17,2 mil2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itabira (MG), 2020
Ronaldo Magalhães: R$ 29,8 por voto (mediana da disputa, R$ 40,2). Quem venceu, Marco Antonio, gastou R$ 21,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,4; o mais barato, R$ 21,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldo Magalhães. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Banana PTR$ 95 mil · 1.055 votosR$ 90,4
- Janio Nunes PSOLR$ 14 mil · 152 votosR$ 89,7
- Marcinho Da Loteria AVANTER$ 97 mil · 2.423 votosR$ 40,2
- Ronaldo Magalhães PTBR$ 847 mil · 28.395 votosR$ 29,8
- Marco Antonio PSBR$ 719 mil · 33.141 votosR$ 21,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 8,1 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.