Ana Célia
Ana Célia Cabral de Farias · nasceu em 1959
Ana Célia se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputada estadual · PernambucoPSB 40111· centro-esquerda· na urna, Ana Célia Fariassuplente14.202 votos; 97º mais votada de 452 no estado
- 2004Vice-prefeita · Surubim (PE)PSB 25· centro-esquerdaNa chapa de Humbertochapa não eleita10.134 votos da chapa, 38,3%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ana Célia teve 14.202 votos para deputada estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 97º lugar entre 452 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Surubim deu 57,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ana Célia declarou R$ 584,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 459,5 mil acima da inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2020.
- Ana CéliaR$ 584,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 245,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 358,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ana Célia declarou ao TSE R$ 1,7 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeita: R$ 534 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeita · Surubim (PE) · PSB · eleita
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Diretorio Estadual Do Partido Socialista Brasileiro - PsbR$ 184 mil55,1%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 91,4 mil27,3%
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil4,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 15,9 mil4,8%
- ServiçosR$ 14,2 mil4,3%
- EscritórioR$ 91< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeita, Surubim (PE), 2020
Ana Célia: R$ 21,3 por voto (mediana da disputa, R$ 44,4). O voto mais caro custou R$ 465; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adenilson Lopes PATRIOTAR$ 71 mil · 152 votosR$ 465
- Dr. Alex Fernando PSOLR$ 29 mil · 205 votosR$ 141
- Dr Valdi PSCR$ 19 mil · 382 votosR$ 48,8
- Túlio Vieira PODER$ 173 mil · 3.883 votosR$ 44,4
- Maciel Morais PROSR$ 1,5 mil · 59 votosR$ 25,7
- Ana Célia PSBR$ 328 mil · 15.389 votosR$ 21,3
- Dr Flavio Nobrega REPUBLICANOSR$ 250 mil · 15.122 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2020, prefeita: 47 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeita: 59 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeita: 28 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeita: 22 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.