Elbio
Elbio Luiz Martins de Moura · nasceu em 1966
Elbio disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Erval Seco (RS)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, superior completo, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Elbio declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Erval Seco (RS) · PP · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto ErvalR$ 8.14526,4%
- Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 4.88715,9%
- Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 2.1186,9%
- EscritórioR$ 1630,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Erval Seco (RS), 2004
Elbio: R$ 16,7 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Marcos Castro, gastou R$ 7,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 16,7; o mais barato, R$ 7,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Elbio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elbio PPR$ 31 mil · 1.840 votosR$ 16,7
- Talvani Luiz Ruoso PSBR$ 17 mil · 1.338 votosR$ 12,8
- Marcos Castro PDTR$ 16 mil · 2.155 votosR$ 7,52
Votos por real
- 2004, prefeito: 60 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.