Apuração
Prefeito · 2016 · PSB

Edvaldo

Edvaldo Alves dos Santos · nasceu em 1969

Edvaldo disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Lambari D'oeste (MT)), pelo PSB: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito1.410 votos, 38,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Edvaldo declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 2,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.491.000 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.

  • EdvaldoR$ 2,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 843 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 108,9 Hectares - corrego caetéR$ 1,6 mi
    Terra nua
  2. Rua barão de melgaçoR$ 243,7 mil
    Prédio comercial
  3. Rua douradosR$ 162,5 mil
    Casa
  4. Carro corolla 2.0R$ 130 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Rua douradosR$ 81,2 mil
    Casa
  6. Rua sidrlândiaR$ 81,2 mil
    Casa
  7. Carro fiat palio 1.0 brancoR$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Carro fiat uno 1.0R$ 32,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Moto biz 125R$ 9.748
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Edvaldo declarou ao TSE R$ 149 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Lambari D'oeste (MT) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 149,3 mil
0% veio de fundos públicos; 9 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 149,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 125,5 mil84%
  2. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 23,8 mil16%

Para onde foi

R$ 149,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 149,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços42 pessoas, não nomeadasR$ 78,4 mil52,5%
  2. EscritórioR$ 4.5033%
  3. PesquisasR$ 4.0482,7%
  4. OutrosR$ 8100,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Lambari D'oeste (MT), 2016

Edvaldo: R$ 106 por voto (mediana da disputa, R$ 106). O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 97,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Edvaldo PSBR$ 149 mil · 1.410 votosR$ 106
  • Amós PSDR$ 133 mil · 1.257 votosR$ 106
  • Tiao Bento MDBR$ 101 mil · 1.034 votosR$ 97,5

Votos por real

  • 2016, prefeito: 9,4 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.