Eduardo Santana
Eduardo Silva Santana · nasceu em 1973
Eduardo Santana se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PL (2004), PP (2016), DEM (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior incompleto, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Tanhaçu (BA)MDB 13· centro-direitaNa chapa de Felipe Aguiarchapa não eleita4.871 votos da chapa, 31,8%
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Eduardo Santana declarou R$ 259,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 198,7 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Santana declarou ao TSE R$ 225 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 220 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tanhaçu (BA) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tanhaçu (BA), 2020
Eduardo Santana: R$ 3,00 por voto (mediana da disputa, R$ 3,11). Quem venceu, Emilson De Duca, gastou R$ 1,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,5; o mais barato, R$ 1,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Santana. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto Baia PODER$ 2,4 mil · 207 votosR$ 11,5
- Silvio De Batistão PC do BR$ 3,9 mil · 428 votosR$ 9,09
- Dino Dorado PC do BR$ 3,9 mil · 441 votosR$ 8,87
- Miranildo PPR$ 4,3 mil · 756 votosR$ 5,74
- Irineu DEMR$ 4,2 mil · 860 votosR$ 4,84
- Dielzo DEMR$ 3,8 mil · 899 votosR$ 4,24
- Miguel De Deca PPR$ 2,5 mil · 789 votosR$ 3,11
- Eduardo Santana DEMR$ 1,8 mil · 592 votosR$ 3,00
- Tõe Brito DEMR$ 1,8 mil · 722 votosR$ 2,50
- Rick De Natal PPR$ 2,6 mil · 1.333 votosR$ 1,97
- Carlinhos Santana PPR$ 1,9 mil · 1.159 votosR$ 1,66
- Emilson De Duca DEMR$ 1,6 mil · 1.125 votosR$ 1,43
Votos por real
- 2020, vereador: 333 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.