Apuração
Vice-prefeito · 2024 · MDB

Eduardo Santana

Eduardo Silva Santana · nasceu em 1973

Eduardo Santana se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2016PP2020DEM2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 4 partidos: PL (2004), PP (2016), DEM (2020), MDB (2024).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPLPPDEMMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior incompleto, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Tanhaçu (BA)
    MDB 13· centro-direita
    Na chapa de Felipe Aguiar
    chapa não eleita4.871 votos da chapa, 31,8%
  2. 2020
    Vereador · Tanhaçu (BA)
    DEM 25222· direita
    suplente592 votos
  3. 2016
    Vereador · Tanhaçu (BA)
    PP 11111· direita
    eleito624 votos
  4. 2004
    Prefeito · Tanhaçu (BA)
    PL 22· direita
    eleito6.112 votos, 50,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Eduardo Santana declarou R$ 259,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 198,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 259,6 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 235.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 259,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Eduardo Santana declarou ao TSE R$ 225 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 220 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Tanhaçu (BA) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 1.779
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.779
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Tanhaçu (BA), 2020

Eduardo Santana: R$ 3,00 por voto (mediana da disputa, R$ 3,11). Quem venceu, Emilson De Duca, gastou R$ 1,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,5; o mais barato, R$ 1,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Santana. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 333 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.