Apuração
Vereador · 2020 · AVANTE

Eduardo do Leite

Raimundo Eduardo Carneiro · nasceu em 1962

Eduardo do Leite se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2004), AVANTE (2020).

PrefeitoVereadorPartidoMDBAVANTE’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Dom Silvério (MG)
    AVANTE 70100· centro-direita
    não eleito93 votos
  2. 2004
    Prefeito · Rio Doce (MG)
    MDB 15· centro· na urna, Eduardo Carneiro
    não eleito815 votos, 47,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Eduardo do Leite declarou R$ 64,6 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 64,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 45.000 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Eduardo do LeiteR$ 64,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 64,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo do Leite declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 21 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Dom Silvério (MG) · AVANTE · não eleito

De onde veio

R$ 1.547
47% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.547.
  1. Próprio bolsoR$ 82153,1%
  2. Fundo partidárioR$ 72646,9%

Para onde foi

R$ 821
O maior gasto foi com material impresso: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 821.
  1. Material impressoR$ 53865,5%
  2. PessoalR$ 28334,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Dom Silvério (MG), 2020

Eduardo Do Leite: R$ 8,83 por voto (mediana da disputa, R$ 3,45). Quem venceu, Alex Coelho, gastou R$ 2,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,83; o mais barato, R$ 2,02.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Do Leite. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 2 sem gasto declarado.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 39 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.