Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Eduardo Correia

Sebastião Eduardo Correia Lima · nasceu em 1961

Eduardo Correia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008).

VereadorPartidoPSDBMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Guaramiranga (CE)
    MDB 15688· centro
    eleito158 votos
  2. 2004
    Vereador · Guaramiranga (CE)
    PSDB 45688· centro-direita· na urna, Eduardo
    eleito165 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Eduardo Correia declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Guaramiranga (CE) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 10,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.03968,7%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.21331,3%

Para onde foi

R$ 10,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,3 mil.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 4.01639,2%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 3.21331,3%
  3. TransporteTudo de Clovis Amora & Cia LtdaR$ 2.67526,1%
  4. Material impressoR$ 3483,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Guaramiranga (CE), 2008

Eduardo Correia: R$ 64,9 por voto (mediana da disputa, R$ 48,5). Quem venceu, Zélia Holanda, gastou R$ 21,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 21,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Correia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Paulo Cunha PSDBR$ 15 mil · 78 votosR$ 192
  • Nildo PC do BR$ 3,9 mil · 28 votosR$ 140
  • Joaquim Medeiros PVR$ 5,3 mil · 57 votosR$ 93,1
  • Maestro Poty PLR$ 4,3 mil · 46 votosR$ 92,5
  • Eduardo Correia MDBR$ 10 mil · 158 votosR$ 64,9
  • Ronaldo Bezerra PLR$ 6,8 mil · 124 votosR$ 55
  • Arnoldo PSDBR$ 9 mil · 185 votosR$ 48,5
  • Aquiles PSDBR$ 5,4 mil · 138 votosR$ 39
  • Aguinaldo PLR$ 7,1 mil · 193 votosR$ 36,7
  • Almir Franco PLR$ 4,8 mil · 162 votosR$ 29,6
  • Paulo Da Barraca PLR$ 3,5 mil · 149 votosR$ 23,2
  • Zélia Holanda PLR$ 4,1 mil · 189 votosR$ 21,8

Votos por real

  • 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.