Edson Godoy
Edson Ernandes Rojas Godoy · nasceu em 1966
Edson Godoy se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRTB (2006), PSC (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, jornalista e redator, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · Mato Grosso do SulPRTB 28789· direitasuplente4.225 votos; 65º mais votado de 172 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Edson Godoy teve 4.225 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 172 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Campo Grande deu 77,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Edson Godoy declarou R$ 203,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 39,1 mil acima da inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Edson GodoyR$ 203,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edson Godoy declarou ao TSE R$ 494 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 322 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campo Grande (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 16,7 mil87,1%
- Fundo partidárioR$ 2.46912,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,6 mil54,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6.47733,1%
- PessoalR$ 2.42912,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 99 por voto. Quem venceu, Dr. Lívio, gastou R$ 55,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 13.276; o mais barato, R$ 55,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Pereira De Souza PTBR$ 1,6 milhão · 122 votosR$ 13.276
- Edil Albuquerque PTBR$ 461 mil · 1.977 votosR$ 233
- Alcina Reis AVANTER$ 423 mil · 2.592 votosR$ 163
- Paulo Siufi MDBR$ 421 mil · 2.610 votosR$ 161
- Liz Derzi Matos PTBR$ 280 mil · 1.898 votosR$ 147
- Prof. João Rocha PSDBR$ 474 mil · 4.134 votosR$ 115
- Ayrton Araújo PTR$ 281 mil · 2.834 votosR$ 99
- João César Mattogrosso PSDBR$ 362 mil · 3.729 votosR$ 97,1
- Dr. Cury SOLIDARIEDADER$ 298 mil · 3.161 votosR$ 94,2
- André Salineiro PSDBR$ 638 mil · 8.776 votosR$ 72,7
- Junior Longo PSDBR$ 270 mil · 4.022 votosR$ 67,2
- Dr. Lívio PSDBR$ 251 mil · 4.518 votosR$ 55,6
Votos por real
- 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,8 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.